Category Archives: Eventos
Projeto Psicanálise em Extensão
Aulas no Curso de Fundamentos da Psicanálise
Aulas no Curso de Fundamentos da Psicanálise
promovido pela Escola de Psicanálise de Campinas
“A Atualidade dos Casos Clínicos de Sigmund Freud”
O Caso Sandor Ferenczi
Apresentação – Márcio Mariguela
data – 11 e 18/outubro/2014 (sábado)
hora – 10h
local – EPC
valor – R$ 100,00
inscrições pelo site :
http://www.escolapsicanalisecampinas.com/#!casos-clnico/c1vb9
Aula Aberta
No principio está a transferência…
Transferência de trabalho e trabalho de transferência
Marcio Mariguela
“No princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus; no princípio ela estava com Deus; e, a Palavra se fez carne e habitou entre nós”: esta é a primeira lição do evangelho segundo São João.
No começo era o amor: é a primeira lição do Seminário, livro 8, A Transferência.
No princípio eram as cartas, as missivas – com tentativas desejantes de correspondência.
Não há co-respondência na transferência. Ela é um jogo a três: há um analista, há um pedido de análise e há a transferência. Por querer qualificar essencialmente o caráter impar da transferência Jacques Lacan nos ensinou o caminho. Cada um siga como puder; ou busque percorrer outros caminhos no espaço geográfico e histórico cartografados pela experiência principal realizada por Sigmund Freud: a psicanálise.
Dia – 08/03/2014
hora – 10h30
local – Escola de Psicanálise de Campinas
(vagas limitadas)
Mais informações:
http://www.escolapsicanalisecampinas.com/#!aula-aberta-marcio/
PSICANALISE, PSIQUIATRIA E O DSM-5
Antonio Pacheco Ferraz: um piracicabano em Paris
CONVITE – CONVERSA DE BOTECO
17/OUT/2011 – 20H
LAO BAR BISTRÔ – Rua do Vergueiro, 156 – Centro – Piracicaba
“Cheguei em Paris no ano em que Claude Monet morreu. Na época falavam de Picasso, Matisse, Renoir, Cezane. Eu não conhecia nenhum trabalho deles. Eu era um bisonho lá em Paris, um caipira de Piracicaba que estava com o pé numa civilização grande. Não sabia quem era Monet, Manet, Van Gogh. Para mim o Alípio Dutra era um Deus. De modo que eu era muito bisonho, infantil mesmo. Eu tava sonhando, delirando com aquela cidade luz”.
